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dezembro 08, 2020

Maioria das mães não concorda com volta às aulas

 



O ano já está quase acabando, mas o retorno das aulas presenciais do ensino básico têm gerado grande polêmica entre as famílias brasileiras desde outubro. Embora alguns sejam a favor do retorno das aulas, o Trocando Fraldas em seu mais recente estudo, constatou que 86% das mães e pais brasileiros concordam que as aulas presenciais não devem ser retomadas no momento. 

No Espírito Santo, Piauí e Rio Grande do Sul, 87% dos participantes não concordam com o retorno das aulas no momento. Em São Paulo, estado com o maior número de casos, 85% da população acredita que a suspensão das aulas deve ser mantida. Já no Rio de Janeiro, 82% dos entrevistadas concordam com a não retomada. Dentre todos os estados, Alagoas é o que menos concorda com a prorrogação da suspensão das aulas, porém mesmo assim conta com um alto percentual, 71% dos participantes.

Ademais, o estudo ainda constatou que mesmo com um alto percentual de pessoas que não são a favor do retorno das aulas no momento, somente 46% das famílias têm condições que os filhos participem do ensino remoto sem restrições; ou seja, que usufruam de todas as aulas em todas as formas que são apresentadas (online ou pela TV).

Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, estão no topo da lista das famílias que têm condições de fazer os filhos participarem do ensino remoto sem restrições. Com 57% para o Rio Grande do Sul, e 52% para os outros dois estados. Já em São Paulo, pelo menos metade da população, tem ou teria condições dos filhos participarem dessa forma de estudo remoto. E no Rio de Janeiro, 44% dos participantes responderam terem condições para tal.




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março 19, 2020

Como as famílias podem contribuir para educação dentro de casa

O movimento nas escolas já está super fraco, afinal, a recomendação é clara: evitar aglomerações. Dentro de casa, afastados do convívio com outros jovens, e sem poder recorrer a casa dos avós, fica a árdua tarefa dos responsáveis de conciliar trabalho e atividades que os mantenham na rotina. Para as famílias que irão nos próximos dias transformar a casa num verdadeiro coworking, Leonardo Lopes, gerente educacional da Luminova, rede de escolas que tem por objetivo democratizar o acesso à educação de qualidade por meio de práticas inovadoras, separou algumas dicas que podem vir bem a calhar. 
“Neste momento em que os familiares têm que dar conta do trabalho, da casa e dos filhos, a primeira dica é certificar as configurações de privacidade e segurança dos dispositivos conectados à internet. Precisamos ter em mente que não será possível vigiá-los 24 horas por dia, então, se alguns acessos já estiverem bloqueados, como salas de bate papo com desconhecidos, é uma coisa a menos para se preocupar”, sugere o educador. Depois, a dica é convidar as crianças e jovens a criarem, juntos, uma programação de tarefas. “É preciso estimular a criatividade, habilidade que na escola é desenvolvida em diversas atividades. Em casa, a pergunta que se pode fazer é ‘o que podemos fazer para brincar?’ e deixar que as próprias ideias, vindo deles, sejam de fato realizadas nesse período”, completa. 
Atividades que sejam compatíveis com a idade são essenciais e a internet deve ser explorada para ajudar. Aos menores, por exemplo, atividades de pintura, recorte e colagem são ótimas para o desenvolvimento da criatividade e coordenação motora fina. Um exercício que pode ser facilmente adaptado é o recorte de móveis de revista ou impressos da internet e que podem ser usados para reorganizar cômodos da casa. “Com as suas devidas proporções, é possível desenhar a planta da casa/dos cômodos e deixar que os pequenos façam a disposição que eles acharem mais legal. É até uma oportunidade para nós, adultos, desenvolvermos um outro olhar sobre nosso lar”, sugere. Pesquisar sobre cores para propor determinadas pinturas ou apontar lápis para usar a casquinha e fazer colagem sobre objetos e desenhos são outras formas de, mesmo dentro de casa, continuar desenvolvendo as habilidades básicas.   
Já os jogos de tabuleiro são sempre bem-vindos e é uma ótima oportunidade de confraternizar com a família inteira. Para os pequenos, o jogo de mímica desenvolve a consciência corporal e a lateralidade; para os mais velhos, jogos de estratégia que unem com conhecimentos de geografia e história instigam o raciocínio lógico. Mas não é só o cérebro que precisa ser treinado; o acúmulo de energia será ainda mais perceptível nos próximos dias, já que as atividades físicas não devem acontecer, por orientações médicas. “É preciso que os jovens extravasem essa energia, então, brincadeiras de dança ou apps de realidade virtual que simulem atividades ao ar livre podem ser um meio deles não ficarem completamente parados”, comenta Leonardo. 
Por fim, para a turma que já está na fase pré-vestibular, os próximos dias podem ser uma oportunidade e tanto para tirar dúvidas com professores, já que a maioria das escolas continuarão a atender por meio de plataformas online. Aproveitar para ler um livro, assistir documentários, pesquisar sobre conteúdos disciplinares no youtube ou acessar portais oficiais e treinar para provas do ENEM ou das universidades desejadas é uma forma de ‘não perder tempo’ em casa. 
Mas, para o gerente, as dicas acima só fazem sentido se os responsáveis souberem entender e respeitar o momento de cada um. “É preciso preservar o querer e o tempo de cada criança, buscando atividades que estimulem principalmente a criatividade. Para quem já está nas séries mais avançadas, vale auxiliar na gestão do tempo, tendo em vista que o que a eles compete é a prática do conhecimento e, com abordagens diferentes, a educação física, que segue o mesmo princípio de motricidade e consciência corporal”, conclui. Independente da idade da criança ou do jovem, os próximos dias vão exigir de todos disciplina, solidariedade e paciência, afinal, para todos nós serão dias atípicos, mas que não precisam ser traumáticos. 

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junho 30, 2017

Férias escolares e o futuro profissional

 
O momento em que as crianças entram de férias parece um tormento para alguns pais, mas esse período da vida escolar também pode ser bastante útil para o crescimento dos meninos e meninas, sabia? Muitos responsáveis colocam os filhos na melhor escola pensando no futuro profissional, mas o ambiente fora das salas de aula também pode propiciar um excelente horizonte para os pequenos. No post de hoje trazemos a abordagem de um especialista em neurociência que abrirá seus olhos, sabe porque? De acordo com Luciano Salamacha, especialista em neurociência aplicada à gestão de negócios e RH, a educação recebida em casa é capaz de qualificar e habilitar os pequenos para lidarem com o dia a dia no trabalho.

Para ilustrar, Salamacha faz uma analogia da educação com os cômodos de uma casa, apontando aos pais os possíveis ensinamentos que se obtém em cada cantinho de um lar de maneira leve e descompromissada, mas que serão levados para o futuro profissional. “Não é nada maçante. É algo que pode ser feito naturalmente e que vai produzir na criança de hoje um bom padrão de conduta para o amanhã. E quem não quer ter filhos vencedores e felizes?”, comenta o professor.

Na cozinha, por exemplo, o processo de preparo de alimentos, a sequência necessária para se elaborar um prato, a higiene e a qualidade aprovada da comida preparada, bem como a satisfação ou não do resultado final constroem, de maneira natural, a importância de se seguir processos, atenção à qualidade do que se entrega, a necessidade de respeitar o feedback. Além disso, é possível obter a noção de que todos têm a mesma relevância em uma equipe, independe do tamanho ou percentual de participação que um indivíduo tem. “Imagine a seguinte situação: ao confeccionar um bolo, a farinha e o açúcar têm forte participação em relação ao fermento, porém como fica o bolo sem fermento? Os jovens podem perceber esse impacto facilmente com a mão na massa”, exemplifica o especialista.

Outro lugar em casa que agrega com experiências é a dispensa. O orçamento da família é fortemente afetado pelas compras que realiza, pelos produtos que consome e, principalmente, pelos que não consome. O simples gesto de mostrar aos filhos os alimentos que sobram na prateleira, fazê-los contar, por exemplo, quantos pacotes de macarrão têm e quantos são consumidos, os ensinarão a realizar melhores compras quando forem ao supermercado. São elementos valorizados pelas empresas: a importância de se controlar estoques de maneira racional, evitar desperdícios, gerenciar orçamento e perceber que as compras devem seguir processos racionais e não serem realizadas por impulso.

Na sala, qual família nunca passou pela situação de cada um quer assistir um programa diferente? Ou de as pessoas disputarem o melhor lugar no sofá? Então, surge a necessidade de harmonizar os diversos interesses envolvidos. Dois fortes e valorizados elementos de capacitação exigidos pelas empresas são a capacidade de negociar e de ceder em prol do espírito de equipe, desenvolvidos naturalmente quando os pais aplicam atividades ligadas à solução deste tipo de problemas. O reverso também é verdadeiro: contornar essas situações em vez de gerencia-los pode passar uma noção errada sobre como encarar e resolver problemas de relacionamento.

Já no quarto, a tônica é organização. Quantas vezes uma mãe não tem que chamar a atenção dos filhos sobre a bagunça onde vivem? As empresas precisam de pessoas que respeitam a rotina, que entendam a importância de arrumar, organizar e manter em ordem um ambiente, ainda que seja onde apenas a pessoa utiliza. Essas imposições corriqueiras refletem o cuidado com os recursos da organização. O mesmo se aplica ao fato de as crianças cumprirem horários como: acordar, se preparar para ir à escola etc.

Sobre o banheiro, quais são os pais que nunca bateram na porta pedindo para que a criança acabasse o banho? Ou então tiveram que apartar irmãos que brigavam porque um deixou o banheiro totalmente bagunçado para o outro? A capacidade de relacionamento interpessoal está diretamente ligada ao respeito à individualidade e às diferenças. Por exemplo, se o banheiro é coletivo para a família, deixar o ambiente propício para o outro é respeito, é saber conviver em equipe, importar-se com o outro, é saber dividir e compartilhar.

Ficam as dicas de como tornar o momento de lazer e descanso em algo que gere oportunidade e crescimento pessoal para as crianças. Você já pensou nas férias com essa nova ótica?


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