janeiro 20, 2021

Resenha Lysol - aerossol e desinfetante

 

lysol desinfetante
não é publicidade

Em tempos de Coronavirus, ter um produto que prometa eliminar vírus, bactérias e germes é tudo que queremos. E foi assim que que criei minha expectativa sobre o Lysol (leia láisôu) quando vi que tinha chegado ao Brasil. Nos Estados Unidos, a marca é famosa (fabricada pela Reckitt & Benckiser) e custa em torno de três a seis dólares. Aqui chegou pelo preço de R$ 22,00 em média, pela RB Hygiene Comercial. Comprei a garrafa aerossol no início no mesmo modelo estadunidense: mais baixo, robusto e válvula anatômica. 

Nessa versão, o jato era aerossol mesmo. Mas a marca acabou sendo fabricada no Brasil e teve que mudar sua embalagem.: mais final e comprida, ela diminuiu a quantidade e ficou mais líquida. O aerossol já não é tão eficiente e a válcula não é mais anatômica. O preço caiu um pouco - encontro por R$ 18,00 - e ficou mais facil de comprar, já que até farmácias vendem, além de supermercados. 

Comparando com o Lysoform aerossol que eu já usava há anos para limpeza de sapatos, a equivalência é notada em embalagem e preço. Eu, Priscilla, prefiro as fragrâncias de Lysoform, mas o de folhas de limão da Lysol é perfeito para eliminar odores mais acentuados como o cantinho onde o animal de estimação faz suas necessidades.

Na comparação entre Lysol e Lysoform é apenas o perfume que faz com que a segunda ( fabricada pela Johnson &Johnson) ganhe. Ah, Lysoform mantém o aerossol potente, não é líquido.

Clique aqui e veja a Resenha Lysol Desinfetante e Aerossol em vídeo

Na embalagem diz "Desinfetante Spray", apesar da embalagem aerossol. Segue destacado que elimina mais de 100 germes, bactérias...

Mas ele é desinfetante?

É. E antibacteriano também. Mas desinfetante mesmo, daqueles líquidos que se joga no chão é o outro. 
Encontrei por R$ 8,90 em um supermercado o Lysol líquido para ser aplicado em pisos, para lavar azulejos e sanitários. Apesar da embalagem azul, ele é verde e tem um cheiro mais puxado para pinho. Ele não espuma e não deixa o chão escorregadio, tão pouco mancha. Mas precisei reduzir a quantidade  indicada porque o cheiro dele é intenso. Comparando a outros, achei bom, principalmente porque diz eliminar vírus, bactérias e fungos.

Fica registrado aqui que a Lysol tem seus contras, mas no geral indico o uso.

Quem já usou pode comentar sua experiência nos comentários!

lysol desinfetante






lysol e lysoform


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janeiro 13, 2021

Primeira faxina na cozinha de 2021

 

cozinha limpa

O ano mal começou e eu já iniciei as faxinas por cômodo daqui de casa. Isso porque dezembro eu dei uma relaxada e fiz apenas a limpeza básica da rotina semanal doméstica. Comecei 2021 com a cozinha deixando ela limpa de cima a baixo. Graças ao cronograma de limpeza, eu não precisei fazer muito esforço, mas a parte de cima da geladeira estava mais suja, porque no final do ano ela quebrou e o moço que a consertou apoiou ferramentas lá e não vi que sujou (e secou!). 

Na faxina na cozinha eu comecei com a limpeza do fogão (desengordurante + pasta rosa) e depois coloquei desengordurante no piso enquanto fui limpar os armários e bancadas (álcool). Limpei a pia com cloro gel, assim como o próprio piso branco depois de tirar o desengordurante. O azulejo sujo de respingos de comida limpei com sapólio cremoso e esponja. Troquei os panos da pia (tapetinho e o que fica abaixo do detergente), pano de prato e o de "bater-mão".

Publiquei um vídeo com a faxina completa da cozinha no meu canal do Youtube. Lá eu mostro que é possível fazer limpeza sem dezenas de produtos de limpeza. O que usei:

  1. Pano de microfibra
  2. Papel toalha
  3. Álcool
  4. Desengodurante fogão
  5. Desengordurante piso
  6. Cloro Gel
  7. Vassoura
  8. Rodo ou Mop
  9. Palha de aço

Espero que tenham gostado das dicas e inspiração!

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janeiro 06, 2021

Resenha removedor de adesivos Ricca

 


Nariz de ralador - já ouviu isso? É aquele nariz que você passa a mão e sente a textura dele cheia de pontinhos. O meu estava assim após um longo período sem cuidar de mim. Fui pesquisar por adesivos que removem cravos e confesso que de cara me atraiu mesmo sendo algo caro - entre R$ 16,00 e R$29,00 dependendo da marca. Optei pelo da Ricca por ser o mais barato. Paguei R$ 16,99 em uma embalagem com três unidades. 

Ele pede que você umedeça o nariz e ponha o adesivo. Não é pra molhar demais, ok? Deixa ele lá 15 minutos que ele seca. E fica duro! Você sente ele petrificar no seu nariz e se pergunta como tirar aquilo dali ou se vai doer. Algumas pessoas mais sensíveis disseram que dói, mas eu não senti nada. Na hora de retirar, basta puxar pelos cantos.  Puxa do lado direito, puxa do lado esquerdo e depois vem centralizando.

Comigo saiu bastante. na primeira vez saiu uns 90%. Na segunda, como já não tinha muito, notei menos. Mas eu também não fiz com a frequência indicada. Diz pra usar dois por semana, mas usei um a casa 15 dias. Ele cria uma dependência de nascer mais? Não, mas para ajudar a evitar aparecer rapidamente mais cravos é necessário fazer uma boa limpeza da pele diária com sabonete e tônico. Você retira com o removedor e vai limpando a pele para não precisar gastar uma embalagem dessa com três em 10 dias. 

Atenção a detalhes:

- água morna ajuda a dilatar mais os poros, então na hora de umedecer a pele recomendo mais que a água fria.
- a parte da pontinha do adesivo é para baixo, para pegar a curvinha do nariz.
- com os que não saíram faça uma micro esfoliação com açúcar e um hidratante. Às vezes eles só precisam de mais uma ajudinha pra sair. 

Fiz uma resenha em vídeo dele mostrando o antes e depois:

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Gostei muito, mas é difícil achar ele pra comprar online. Em farmácias acho facilmente. É dos itens tem que ter pra usar nem que seja a cada seis meses.



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dezembro 22, 2020

Troquei de carro no meio da pandemia

Uma das resoluções do meu projeto "101 coisas em 1001 dias" era trocar de carro. Era algo que eu queria muito, mas não sabia como nem quando conseguiria esse feito. Dei 1001 dias para isso. Nosso antigo carro estava conosco desde 2008, Rodrigo ainda era solteiro e tanto nos levou em viagens e passeios. Acontece que há dois anos ele só vinha dando prejuízo, quebrando toda hora, manutenções caras e nos estressando mais que dando amor. A família também cresceu e o porta-malas de um hatch já não dava conta. Ou era carrinho de bebê ou compras. 


Ainda assim conseguimos viajar bastante com Ivan dentro dele, mas quando chegou a Lilian senti a necessidade de ter algo maior. Seriam duas cadeirinhas atrás e menos espaço para mala ou compras. Começamos a procura pela internet - começamos não, eu comecei. Apesar de Rodrigo saber dirigir e eu não, entendo melhor de carro que ele. Dos modelos, das falhas de cada montadora, quem teve recall, qual atenderia minha expectativa e bolso...foram semanas na OLX e WebMotors, além de sites de montadoras e feirões. 


Eu não tinha dinheiro para um novo - saudade IPI zero - então fomos de usado. Aprendi algumas coisas na OLX: carro que está há muito tempo tem algum problema. Se não for físico é na documentação. Porque as lojas de revenda avançam para comprar de pessoa física rapidamente o que é bom. Soube disso quando anunciamos nosso carro hatch. Em dois dias ele foi vendido. Pagaram à vista, deram sinal já quando vieram ver aqui na garagem. Eu só queria o dinheiro mesmo, porque estava cansada de prejuízo. E com o dinheiro em mãos seria mais fácil dar entrada no próximo veículo.


Nessa mesma semana que vendi o carro, iríamos comprar outro. Tudo certo. Carro ótimo, test-drive no local feito com o proprietário. Só que o filho da mãe nos cozinhou por dias, para ganhar tempo. No final das contas, vendeu o carro para outra pessoa que pagou a mais. Ora, se a questão era o dinheiro, porque não fez a contraproposta? Ali pra mim valia índole e caráter. Fiquei chateadíssima, pois estávamos cumprindo isolamento social certinho, Rodrigo só saiu para ver o carro e tudo mais. Para o proprietário fazer essa canalhice. Ele cozinhou a gente até o outro que queria pagar mais ter certeza. Tudo bem, Deus não falha e confio no retorno Dele.


Uma semana depois achei um anúncio na OLX de um carro de modelo quase igual ao perdido, mas de data mais antiga. "Como não vi esse?" - me perguntei. Mostrei ao Rodrigo e ele foi lá ver. Gostou. Era uma pessoa que queria vender apenas para pessoa física porque era um apaixonado pelo carro, mas queria trocar por um zero. Em mais uma semana o carro, que tinha problemas na documentação, foi nosso. O proprietário resolveu toda a parte burocrática das pendências e tudo resolvido. 


A parte ruim é que na pandemia o Detran não está funcionando bem, porque muitos funcionários de idade estão afastados de suas funções o que demora para resolver protocolos. Mas milagrosamente e com uma mãozinha divina, conseguimos ter a documentação, vistoria e emplacamento resolvidos em menos de dois meses - menos de 40 dias até.


Minha dica para quem quer comprar carro na OLX é sempre analisar por publicação mais recente, filtrar pelo modelo desejado e se quer comprar de pessoa física ou revendedora. Pela revendedora é mais caro, mas agilizam documentação. Por pessoa física é melhor de negociar e pagar preço justo. Mas tem que correr por fora com documentação. 

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dezembro 08, 2020

Maioria das mães não concorda com volta às aulas

 



O ano já está quase acabando, mas o retorno das aulas presenciais do ensino básico têm gerado grande polêmica entre as famílias brasileiras desde outubro. Embora alguns sejam a favor do retorno das aulas, o Trocando Fraldas em seu mais recente estudo, constatou que 86% das mães e pais brasileiros concordam que as aulas presenciais não devem ser retomadas no momento. 

No Espírito Santo, Piauí e Rio Grande do Sul, 87% dos participantes não concordam com o retorno das aulas no momento. Em São Paulo, estado com o maior número de casos, 85% da população acredita que a suspensão das aulas deve ser mantida. Já no Rio de Janeiro, 82% dos entrevistadas concordam com a não retomada. Dentre todos os estados, Alagoas é o que menos concorda com a prorrogação da suspensão das aulas, porém mesmo assim conta com um alto percentual, 71% dos participantes.

Ademais, o estudo ainda constatou que mesmo com um alto percentual de pessoas que não são a favor do retorno das aulas no momento, somente 46% das famílias têm condições que os filhos participem do ensino remoto sem restrições; ou seja, que usufruam de todas as aulas em todas as formas que são apresentadas (online ou pela TV).

Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, estão no topo da lista das famílias que têm condições de fazer os filhos participarem do ensino remoto sem restrições. Com 57% para o Rio Grande do Sul, e 52% para os outros dois estados. Já em São Paulo, pelo menos metade da população, tem ou teria condições dos filhos participarem dessa forma de estudo remoto. E no Rio de Janeiro, 44% dos participantes responderam terem condições para tal.




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