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julho 21, 2015

10 coisas para fazer nas férias



O tema da vez do desafio #blogosferamaisunida, do BlogMais, foi sugerido por mim não à toa: agora em julho estou de férias depois de muito tempo. Com sorte ainda consegui conciliar com meu marido para sairmos juntos! Para quem não sabe, antes eu trabalhava sob contrato, ou seja, era renovado de tempos em tempos e, com isso, tive pausas de algumas semanas entre um e outro, mas nada como férias, porque eu continuava com freelas em casa para garantir a renda ao término de cada contrato. 

Dessa vez tirarei apenas quinze dias, já que logo estarei de licença maternidade. Aí você se pergunta: "porque não tira essas duas semanas depois que o bebê nascer?"e eu respondo que é porque precisei desse tempo agora para organizar a minha vida e casa, justamente para quando o meu filho chegar eu ter tudo preparado para ele.

Mas chega de falar e vamos às 10 coisas para fazer nas férias! 

1 - Ler um livro que está querendo há muito tempo: comecei o ano lendo um livro por mês, mas em abril o projeto degringolou, depois que tive que ficar de repouso absoluto por causa de um problema na coluna. Perdi a vontade de muita coisa e o sono da gravidez me fez perder a vontade de ler. Todos os dias olho para os títulos que comprei e penso que preciso colocá-los em dia! Para dar conta da minha meta preciso ler quatro!



2 - Ir à praia ou piscina dia de semana: moro no Rio de Janeiro, onde existem uma variedade enorme de praias, mas não vou porque aos finais de semana elas ficam lotadas e eu odeio praia lotada. Nas férias posso me dar ao luxo de exibir um biquíni nas ruas em plena segunda-feira.

3 - Organizar os armários e documentos: na correria do dia a dia acabo "socando" muita coisa nos armários e deixo para ver quando tiver tempo. Quer melhor tempo do que as férias para ver isso?

4 - Testar delícias culinárias: outra coisa que o agito da rotina me tomou foi o prazer de cozinhar coisas diferentes. Para isso preciso de tempo para procurar os ingredientes, fazer a receita pacientemente e refazê-la caso dê errado. 



5 - Marcar médicos: eu até poderia ir à consultas enquanto trabalho, mas é que já preciso me ausentar para ultras e consultas de pré-natal e sair no meio do dia acaba atrapalhando o meu rendimento. Nas férias tenho tempo de agendar para qualquer horário e ainda arriscar encaixe das outras especialidades, tipo oftalmologista e dermatologista.

6 - Viajar: pode ser para longe ou perto, o ideal é dar uma fugidinha de casa, ficar sem se preocupar com café da manha ou cama para arrumar! 

7 - Fazer um day spa: esse é um excelente momento para descansar e se presentear com massagens e tratamentos para te deixar mais linda e relaxada! Um dia inteiro de cuidados pessoais em um local próprio para isso!



8 - Antecipar a organização de eventos: no meu caso, vou aproveitar os dias livres para adiantar as compras para o chá de bebê e dos meus 30 anos. Já comecei a pensar nas lembrancinhas de maternidade também e até adiantando compras para o período que ficarei chocando a cria (materiais de limpeza e higiene devidamente estocados).

9 - Ir a eventos culturais em dias de semana: convenhamos que aquela exposição badaladíssima sempre possui filas enormes aos finais de semana. Nada como ir cedo, no meio da semana, para garantir o sossego enquanto aprecia. Isso também vale para cinemas e peças de teatro.

10 - Adiantar as postagens do blog: como eu fiquei total sem tempo para o blog por causa do excesso de trabalho e cansaço, essa é a hora de deixar pronto alguns conteúdos, incluindo vídeos. 



E vocês o que fazem ou pretendem fazer nas férias?

Para ver o que outras blogueiras querem ou estão fazendo veja:


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fevereiro 23, 2015

Nos tempos da escola

Eu nunca fui uma criança ou adolescente que não gostasse de escola. Na verdade, houve um período em que ir estudar era chato, mas isso envolveu alguns fatores que não o fato de aprender algo. Ir para a escola era divertido, porque eu encontrava com meus amigos e adquirir conhecimento era algo que eu realmente gostava (exceto matemática). Estudei na minha primeira escola até a quarta série, quando terminava a primeira etapa do ensino fundamental. Infelizmente, onde eu estudava só ia até esse módulo. 

Adivinhem onde estou?
Foi na Escola Municipal Cantagalo, na Lagoa, aqui no Rio, que eu aprendi oficialmente a ler, escrever e contar. Digo oficialmente, porque eu já entrei na escola aos quatro anos sabendo tudo isso, porque meus irmãos e mãe me ensinaram. Tive grandes coleguinhas que me acompanharam até o final, na formatura aos 10 anos, mas perdemos contato no decorrer dos anos. Eles foram meus companheiros de estudo, de recreio e dos passeios escolares mais incríveis! Eu conheci a história do Rio de Janeiro, a fundo e na prática, indo a todos os grandes cartões postais da cidade ainda novinha! Nessas excursões eu também fui ao planetário, Fazenda Alegria, Sítio dos Netinhos, fábrica da Coca-Cola e da Kibon. Não lembro exatamente o ano que a escola mudou de nome e se tornou escola Edna Poncioni Ferreira, mas eu estava lá quando mudaram o letreiro. A educação física eventualmente era no Parque do Cantagalo e fazíamos piqueniques constantemente no local.

Tive professoras queridas que lembro até hoje: jardim I e II - Tia Ana, CA - Tia Lurdinha (primeiro semestre) e Tia Eliane (segundo semestre), 1ª série - Tia Dulce, 2ª série - Tia Ângela, 3ª série - Tia Regina e 4ª série - Tia Nádia. Tenho lembranças boas e ruins de algumas delas. Outras, eu tenho até hoje como as melhores professoras da minha vida: as irmãs Eliane e Regina.

Ao me formar fui para o colégio Impacto, em Copacabana. Estudei ali até a metade da 6ª série. Na 5ª série eu fui uma das melhores alunas do colégio e houve um evento para homenagear e entregar prêmios. Já no ano seguinte eu fui mal, muito mal. Fui muito afetada pela mudança de cidade que rondava os assuntos da minha casa. Na metade do ano eu fui morar em Petrópolis e fui para o colégio Werneck. Não fui bem recebida e sofri bullying antes mesmo disso ter esse nome. Além da zoação costumeira de adolescentes (que eu não estava acostumada, porque era super querida nos outros colégios), houve perseguição, ameaças e situações chatíssimas, mas que eu enfrentei de frente e de pé. Tive a oportunidade de mudar de escola e não quis.

Viagem de formatura para Hotel Fazenda Gamela, em Cantagalo
Quando as coisas foram colocadas em seus lugares eu passei a me dar muito bem com quase todas as pessoas e o colégio se transformou, para mim, em um clube! Na 8ª série, último ano de ensino fundamental, eu ficava na escola de manhã, quando estudava, e à tarde assistindo aos treinos ou mesmo conversando com as amigas ou lendo na biblioteca. Foi uma época muito feliz. Só que minha família entrou em uma crise financeira e precisei passar um ano novamente em colégio público e fui para o Princesa Isabel. Eu não estava feliz em largar meus amigos justamente quando eu tinha sido aceita por todos e fiquei quase o primeiro semestre no 1º ano do ensino médio sem ir à escola. Só fazia as provas, porque o conteúdo estava atrasado e eu já tinha aprendido no ano anterior. Depois aceitei a situação e me joguei para passar de ano.

No 2º ano eu fui para o Colégio de Aplicação da Universidade Católica de Petrópolis e fiquei lá até sair da escola. Foram os dois anos mais intensos, com muitos encontros de amigos fora do horário de aula, eu ainda mantinha as mesmas amigas da época do Werneck. Vivemos momentos incríveis. A escola, sem dúvidas, foi uma das melhores fases da minha vida. Eu não precisava me preocupar com nenhuma outra coisa a não ser estudar (e ainda assim absorvia problemas de casa e inventava outros dramalhões mexicanos). 

Minha amiga Rafaela esteve comigo desde que cheguei em Petrópolis e foi minha madrinha de casamento
Meu último ano de escola teve preparação de vestibular e novas descobertas. Ele foi tão incrível que utilizei ele em meu projeto de documentário na faculdade. Depois de alguns anos, reunir os colegas foi difícil, mas consegui! Entreguei o roteiro e vídeo com a sensação de dever cumprido. Uma pena que perdi o material quando meu computador se autoformatou e fiquei apenas com os projetos que anunciavam o documentário.

Abaixo vocês podem ver algumas fotos que podem ilustrar como eu realmente gostava da escola e dessa fase da vida.



Deixar a fase da escola foi bom, não tive aquele sofrimento. Primeiro, porque eu estava indo fazer a faculdade da área que sempre quis. Segundo, porque meus amigos estavam por ali, até então. Eu nunca fui a CDF, mesmo quando ganhei prêmio. Eu era aquela mediana, que não se matava de estudar, mas tirava boas notas. Eu me empenhava nas disciplinas que gostava, como português e literatura, e sofria nas exatas! Nunca fui a atleta, nem curtia educação física, mas acompanhei todos os treinos enquanto morei na serra. 

Foram 14 anos na escola em um constante aprendizado intelectual e para a vida. Fiz todas aquelas coisas que os alunos costumam fazer como tirar um zero, matar aula, colar na prova e criar apelidinhos. Espero que um dia meus filhos possam curtir essa fase como eu aproveitei. A escola é a segunda casa de todos nós, somos educados e aprendemos a nos comportar para a vida em sociedade, a lidar com questões que nos acompanharão na vida adulta e a nos relacionar como uma família.

E você? Como era nos tempos da escola e como foi esse período para você?


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janeiro 12, 2015

Por que você faz dieta?


Todo início de ano é a mesma coisa: as pessoas fazem mil resoluções para os próximos 12 meses e, para a maioria, fazer dieta é uma delas. Eu me assusto um pouco com a quantidade de pessoas à minha volta que iniciaram 2015 se privando de diversos alimentos, sendo elas de que peso for ou se comeram de tudo no Natal ou não. Primeiramente, se privar de algo não faz parte de dieta e sim de regime.



O regime consiste em uma restrição de um ou mais alimentos através da qual se persegue um resultado em curto prazo, mas que sempre acaba. O regime pode ocasionar o efeito sanfona, uma vez que nem sempre se leva em conta a saúde do corpo – afinal, ficar sem comer determinado alimento pode causar deficiência de vitaminas.

Em outra ponta está a dieta: uma mudança nos hábitos alimentares, podendo ser a longo prazo, com um objetivo a alcançar (colesterol alto, diabetes, ganho de peso). Em outro extremo – e esse é o que mais gosto – está a reeducação alimentar, que ensina um modo de se alimentar corretamente. É algo sem data para terminar, porque você estará reeducado e não mais precisará fazer dietas ou regimes.



Já diz a conhecida frase: o problema não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, e sim o que você come entre o Ano Novo e o Natal. Se você quer chegar ao final do ano comendo panetone, rabanada e peru com farofa sem culpa, adote um modo de se alimentar corretamente! Fazendo isso, você não vai mais precisar entrar em paranoias de motivos reais para emagrecer. Afinal, se você já come tudo certo, seus exames de sangue estão normais, por que se preocupar?

Muitas pessoas apenas seguem o fluxo e repetem a palavra “dieta” como eco, sem nem perceber o real motivo e necessidade de uso. "Passou na tv uma reportagem sobre dietas em janeiro", "Artista tal exibiu barriga chapada um mês após parir" ou "Tá na moda no Instagram". São pessoas dominadas pela mídia opressora que exibe e exige corpos perfeitos (como se existisse um). São homens que criaram um padrão para a mulher - cintura fina, coxa grossa, seios e bundas fartas – mas não pode ter celulite, estria e nenhuma pinta.

Aí eu viro e me pergunto: para quem queremos ser perfeitos, para quem estamos deixando de comer o que gostamos, para quem compramos dezenas de cosméticos? Estamos repetindo sem perceber preceitos de antigamente, com a tortura de agora e com ferramentas mais agressivas (ou vai dizer que hashtag Carol Buffara não é um taco de beisebol na fuça?). As crianças estão seguindo nossos exemplos. Vamos começar a mostrar para eles que sim, é possível comer de tudo, contanto que tenhamos parcimônia. Tudo que é demais faz mal. Vamos ensinar que comer couve-flor pode não ser tão interessante quanto uma batata frita, mas que é possível conciliar os dois durante a semana. Equilíbrio é a palavra de ordem.

Trecho do livro "A Beleza Impossível" de Raquel Moreno
Trecho do livro "A Beleza Impossível" de Raquel Moreno

Não queremos jovens adolescentes com bulimia, revoltados contra o sistema opressor que não os aceita como são. O problema está em não ter limites e tudo é um processo de educação. Você não vai morrer se não comer aquela coxinha no aniversário, outros salgados virão e eles podem ser mais saudáveis. Você não vai morrer se não der um gole de refrigerante na vida, assim como não vai cair duro só porque rejeitou um chocolate. Isso não é errado, não é pecado e nem desumano.

Já falei em alguns posts aqui da minha reeducação alimentar. Eu tive que fazer dieta restritiva durante uns meses e vi meu colesterol baixar. Voltei a comer algumas bobagens que eu já gostava, mas até hoje se almoço fora vou direto nas saladas e confiro todo o buffet antes de pegar a primeira colherada. Eu ainda monto o prato mentalmente antes de sair pegando tudo que é gostoso. Não coma como se não houvesse amanhã. Muita gente desconta a ansiedade ou estresse na comida. Nessas horas é sempre bom lembrar de quem passa fome, porque você se situa na gula em que está prestes a se meter. Quando nos tocamos que tem tanta gente vivendo com farinha e água, fica mais fácil de aceitar apenas uma colher de arroz ao invés de três.

Meu conselho é: tente fazer a reeducação alimentar. Ponha a saúde e projeto de vida à frente da estética momentânea. Vai chegar uma hora que nem toda restrição do mundo irá segurar os efeitos da natureza.



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